jorge luiz antonio
Av Vergueiro 727, ao lado da Estação Vergueiro do Metrô.
Trata-se de um breve estudo sobre a poesia eletrônica no Brasil, sob enfoque histórico e num percurso a partir do uso das tecnologias do século XX e XXI (computador, Internet, Web), que vem produzindo uma poesia que reúne palavra, imagem (estática e/ou animada) e som nos meios eletrônico-digitais, usando a interface, a interatividade, a hipertextualidade e a hipermídia, cuja denominação escolhida foi “poesia eletrônica”, por ser uma das mais usadas nos meios universitários. Optou-se por um mapeamento das principais produções da poesia eletrônica no Brasil desde as suas origens até os dias atuais. Essa linha histórica trata das relações entre a poesia e o computador em seus primeiros momentos, na década de 70, na época dos primeiros PCs, nos anos 80 e 90, e a partir do desenvolvimento da WWW, de 1995 até os dias atuais.
Jorge é poeta, pesquisador, professor universitário, formado em Letras (Português e Inglês), especialista em Literatura (COGEAE / PUC SP), Mestre e Doutor em Comunicação e Semiótica (PUC SP), autor de Almeida Júnior através dos tempos (1983), Brazilian Digital Art and Poetry on the Web (2000: www.vispo.com/misc/BrazilianDigitalPoetry.htm), E-m[ag]inero, (com Fatima Lasay, 2001: www.digitalmedia.upd.edu.ph/digiteer/gegenort/), Lago Mar Algo Barco Chuva (com Regina Célia Pinto, 2001: http://www.ociocriativo.com.br/lagoalgo/), Cores, forma, luz, movimento: a poesia de Cesário Verde (2002), Ciência, Arte e Metáfora na Poesia de Augusto dos Anjos (2004), A Human Being Called David Daniels / Um Ser Humano Chamado David Daniels, em parceria com Regina Célia Pinto (cd-rom, 2004), Poesia eletrônica: negociações com os processos digitais (no prelo), além de artigos em revistas impressas e eletrônicas, nacionais e internacionais.

